As comemorações do Dia Internacional dos Museus em Mértola, no dia 18 de maio, dedica-se exclusivamente ao núcleo museológico da Ermida e Necrópole de S. Sebastião, que foi alvo de intervenção de requalificação.
A partir das 18h, no Museu Municipal de Arqueologia de Silves irá ser inaugurada, na sala de exposições temporárias, a Exposição Iterenerante “Mértola e o Guadiana”
Serão proferidas duas palestras, uma sobre o tema da exposição por Susana Goméz-Martinez e outra sobre “Museus e Desenvolvimento” com o Professor Cláudio Torres.
Designação: Lucerna Procedência: Corte Gafo (faz parte de um conjunto de peças oferecidas ao Museu de Mértola pela família Eusébio em 1993) Descrição: Lucerna de volutas tipo Dressel 9A. Disco decorado, de difícil leitura devido ao desgaste, podendo tratar-se de objectos pertencentes a gladiadores. Dimensões: Altura: 2,8 cm; diâmetro: 7,2cm; Cronologia: Século I-II d.C.
“A sessão de assinatura do acordo com o Campo Arqueológico de Mértola, presidida pela Secretária de Estado da Ciência, Fernanda Rollo terá lugar na Sala de Docentes do Colégio do Espírito Santo, em Évora, no próximo dia 3 de maio, às 10:00h.
PICARD, Christophe - La mer des califes : une histoire de la Méditerranée musulmane (VIIe-XIIe siècle). Paris: Éditions du Seuil, D.L. 2015. 439, [8] p.. ISBN 978-2-02-098381-5
Este livro propõe uma história completamente renovada do Mediterrâneo. A produção escrita dos árabes, prolífera durante todo o período medieval, e as evidências arqueológicas, em pleno crescimento, permitem reavaliar o papel dos muçulmanos na história do Mediterrâneo.
DURAND, Robert - Les campagnes portugaises entre Douro et Tage aux XIIe et XIIIe siècles. Paris: Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural Português, 1982. XXXVII, 667, [2] p.. - Apresentado inicialmente como tese de doutoramento do Autor - Université de Paris-Sorbonne (Paris IV), 1980
A tese de Robert Durand incide sobre a história rural portuguesa, com grande relevo para a espacialidade e enquadramento dos homens e os comportamentos coletivos, limitando o âmbito da sua investigação à região entre o Douro e o Tejo nos séculos XII e XIII.