Ex-Líbris do mês de julho de 2015

COSTA, António Domingues de Sousa (ed. lit.) - Monumenta Portugaliae Vaticana. Roma : Editorial Franciscana, 1968-1982. 5 tomos em 4 volumes.

O autor, doutorado em Direito Canónico na Pontifícia Universidade Antoniana de Roma, apresenta os documentos do Arquivo do Vaticano, referentes às súplicas dirigidas por portugueses à Santa Sé, desde meados do século XIV até ao século XV. Trata-se de uma obra de relevo para compreender a História de Portugal.

Livro do mês de junho de 2015

CONGRESSO INTERNACIONAL ARQUITETURA TRADICIONAL NO MEDITERRÂNEO OCIDENTAL, 1, Mértola, 2015 - Arquitetura Tradicional no Mediterrâneo Ocidental: 1º Congresso Internacional = Traditional Architecture in the Western Mediterranean: 1st International Conference. Lisboa: Argumentum; Mértola: Campo Arqueológico, 2015. 176 p. ISBN 978-972-8479-85-5.

Centenário José Sebastião e Silva 1914-1972

José Sebastião e Silva (1914-1972)

O mais original e influente matemático português do século XX, nascido em Mértola.

“José Sebastião e Silva (1914-1972): O Homem, o Cientista e o Professor”, exposição patente na Sede do Campo Arqueológico de Mértola - Centro de Estudos Islâmicos e do Mediterrâneo, onde pode ser visitada a partir do dia 15 de junho, até 4 de julho, das 9h às 18h. Antes esteve patente no Instituto Superior Técnico.

Tertúlia:

Campanha de Escavações na Encosta do Castelo – Julho de 2015

Durante o mês de Julho de 2015, decorre na Encosta do Castelo de Mértola mais uma Campanha de Escavações Arqueológicas. A campanha de escavação terá dois turnos de duas semanas cada, dedicados a voluntários locais, de diversas Universidades do País, de Espanha e Tunísia.



Esta campanha trata-se de uma organização conjunta da Câmara Municipal e do Campo Arqueológico de Mértola, assumindo este último a responsabilidade científica.

Tigela

Designação: Tigela
Procedência: Alcáçova do Castelo de Mértola
Descrição: Boca circular, bordo extrovertido e base convexa com pé anelar vertical. Técnica interior vidrado bicromo, cor melada e manganés – motivo fitomórfico (3 lótus esquemáticos).
Cronologia: Século XI.