Exposição itinerante “No extremo do al-Ândalus. Mértola e o Guadiana”

No dia 25 de Julho pelas 18h00 inaugura a exposição itinerante “No extremo do al-Ândalus. Mértola e o Guadiana” que estará patente na sala de exposições do Castelo de Mértola até ao dia 28 de Setembro de 2014.

A exposição, pela sua vocação itinerante, foi pensada para ser exibida em outras localidades de Portugal e Espanha, sobretudo nas situadas nas margens do rio Guadiana, e as legendas e os textos explicativos das peças estão em português, espanhol e inglês.

Equipa da BCAM marcou presença no “Encontro Arquivos Científicos” FCSH - 3|4 julho

Paula Rosa e Bruno Almeida, atualmente responsáveis pela gestão das coleções fotográficas do CAM, estiveram presentes no Encontro Arquivos Científicos, que teve lugar na FCSH, nos dias 3 e 4 de Julho, com uma comunicação intitulada “Projeto de tratamento documental e divulgação do Arquivo Fotográfico do Campo Arqueológico de Mértola.

I Jornadas da (Informação), Évora, 9 de julho

A equipa da BCAM, em colaboração com o CIDEHUS-UE, esteve responsável pela organização das I Jornadas da (In)formação, que tiveram lugar na Universidade de Évora, dia 9 de julho. Esta iniciativa é a primeira de um conjunto de ações já previstas e destinadas à formação interna dos colaboradores da linha “Literacias e património textual”, coordenada pela Professora Doutora Filomena Gonçalves.

Brasão de Armas

Designação: Brasão de Armas do Capitão António Rodrigues Bravo, Cavaleiro da Ordem de Santiago
Procedência: Castelo (exterior) /Mértola
Localização: Museu de Mértola/Castelo (exterior) /Mértola
Descrição: Brasão de Armas de qualidade notável, esculpido em pedra granítica, desconhecendo-se a que edifício se destinou, não sendo de excluir a hipóteses de ter pertencido à frontaria do desaparecido quartel da praça de Mértola.

Ex-Líbris do mês de maio de 2014

SANTOS, Boaventura de Sousa ; MENESES, Maria Paula (ed. lit.) - Epistemologias do Sul. Coimbra: Almedina, 2009. 532 p. ISBN 978-972-40-3738-7

«Por que razão, nos dois últimos séculos, a epistemologia dominante eliminou da reflexão epistemológica o contexto cultural e político da produção e reprodução do conhecimento? Quais as consequências desta descontextualização? São hoje possíveis outras epistemologias?